Uma
janela no Infinito
Apreciando uma paisagem longínqua,
Observamos muitas janelas,
Se fazendo muitas perguntas,
À quem poderiam pertencer,
E quais os segredos envolvidos.
Janelas permitem entrar Luz,
Podendo de lá olhar o Mundo,
Percebendo a sua magnitude,
Sem poder conceber.
A sua real dimensão.
Nossa concepção fica limitada,
Às nossas experiências,
No mundo material e espiritual,
Dependendo da nossa vontade,
De explorar a memória.
Janelas permitem imaginar,
Sem sequer se deslocar,
Precisando para isso de uma porta,
Deixando o vento soprar,
Em Nosso corpo inteiro.
As passagens são nossa visão,
Ensacadas na mente,
Imaginando nossa existência,
Fora da Terra de então,
Agradecendo o pensamento.
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