Entre
o Caos e a Prisão
Quando percebemos o Caos,
Queremos nos sentir seguros,
Voltando à nossa caverna,
Criando assim uma Cela,
Que funciona como Prisão.
Ficamos então navegando,
Entre a tempestade aberta,
E a calmaria blindada,
Faltando o equilíbrio,
Perdendo assim a Razão.
Os dois de fato nunca diferem,
Por nos tornar reféns,
Sem perspectiva de enxergar,
Uma saída plausível,
Que indique uma Paz.
O Ser precisa Pensar,
Encontrando alternativas,
Saindo do ciclo vicioso,
Tendo que assumir risco,
Fazendo parte da Vida.
Grande parte do Caos,
Se encontra dentro de nós,
Por nossa miopia interna,
Rejeitando revisão de princípios,
Tendo perdido a visão maior.
Falta ao Ser consciência,
Pensando somente no Passado,
Esquecendo de olhar à frente,
Percebendo oportunidades,
Agradecendo á existência.
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