sexta-feira, 4 de novembro de 2016

11-A Independência
A “Realidade”, A Ilusão, O Poder

A independência é uma Dependência,
              Dela sonhamos Acordados.
                                            Realizamos o Sonho Acordados,
                                           Acreditando ser uma Realidade.


            Independência faz parte da arrogância Humana. Como viemos para “usarmos” os recursos o Homem se deu o direito de extrapolar através do desmando de levá-lo a exaustão.
            Um grande diferencial pode ser com que profundidade e abrangência cada um “enxerga” o mérito. A aparência pode fazer toda a diferença numa avaliação ou julgamento.

A “Realidade”
            O que chamamos de “Realidade” pode ser uma avaliação enganosa dos nossos sentidos. Esse tema foi largamente desenvolvido no texto: Realidade da Ilusão ou Ilusão da Realidade.
            Raramente o que observamos e percebemos resiste a uma análise mais profunda. Se fizermos um questionário a respeito de um fato ou figura receberemos tantas respostas quantas são os entrevistados.
            Essa constatação decorre pelo simples fato de sermos únicos. Por uma questão de conveniência somos tratados estatisticamente como grupos de Seres Semelhantes. Assim somos enquadrados em coletivos para efeito de controle. O que torna tudo interessante é que todos fazemos parte de todos os grupos dependendo da característica a ser usada ou avaliada.  Por esse fato podemos observar como as estatísticas podem ser usadas e manipuladas para atender a determinados  interesses.
            Tomemos por exemplo um artista. Ele pinta o que lhe diz o seu sentido de intuição. Ao ser exposto se seguem inúmeras interpretações qualificando a “arte”.  O próprio artista poderá “a posteriori” ver o que não via antes, pois traduziu o que estava no seu subconsciente. A avaliação ou julgamento de terceiros vai depender da intenção e do subconsciente de cada um.

Onde fica o valor “REAL”?
O que é valor?

       Assim acreditar em independência,
É uma forma conveniente socialmente,
Para atestar a nossa sobrevivência.

A Ilusão
            Esse é o mundo factual em que vivemos. Procuramos acreditar nos fatos sem segundas visões para simplificarmos o convívio diário. São as diferentes interpretações que cada ser passa a ver e julga, elas são que provocam as discussões e conflitos.
            Como em toda dualidade, as ilusões podem ser responsáveis pelo AMOR que doamos ao Universo. Acreditando com Honestidade de propósitos no que fazemos, é que fazemos caridades ao próximo.
            Uma constatação simples é aquilo que acreditamos serem matéria, que é algo sólido, líquido ou gasoso quando, na realidade é energia condensada. Convencionamos os termos para nos fazermos entender.

É uma emulação do efeito da Torre de Babel.

            A ilusão tem muita conexão com o que acreditamos ser “verdade” em um determinado instante. Naquele momento representa a melhor resposta às necessidades do nosso EGO. Sem ela estaríamos muitas vezes num barco sem rumo. Assim ela pode simular uma realidade conveniente numa ocasião adequada.

O Poder
            Somente nós, podemos definir aquilo que queremos. Posso ser influenciado, forçado a admitir ou fazer de conta, porém cabe a nós o poder de dar significado ao fato e somente nós responderemos pelas conseqüências.

A minha Realidade,
A sua Ilusão,
Tem a mesma Razão,
O mesmo Poder,
Sendo sempre Amor.
         O senso de definir ou escolher o que é mais adequado representa o valor que precisamos ou queremos dar a um determinado fato.
Por exemplo:
Quando assistimos um filme ou documentário estamos mentalizando uma “realidade” e vivemos esta pelo período do tempo que nos agrada. O objetivo é sempre procurar um lazer e com ele uma felicidade.
Passeando numa floresta ouvimos, sentimos e sonhamos representando naquele instante uma realidade.















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