A
Indústria do Desnecessário
O Homem gosta do belo,
Para enfeitar suas casas,
Ou para suas festas,
Satisfazendo seus Egos,
Com alguma superficialidade.
O Homem por ser criativo,
Percebe essas necessidades,
Fazendo delas um negócio,
Alimentando também o estado,
Que precisa de receitas.
Quando falamos em negócios,
Pensamos em produção e serviços,
Assim como outras atividades,
Que vão se criando,
Sempre em plena expansão.
A Indústria e Serviços,
Andam em simbiose,
Como todo o Universo,
Alimentando a si próprios,
Criando a sua subsistência.
Assim alimenta o estado,
Que aplaude com fervor,
Sendo ele também consumidor,
Alimentando a sua voracidade,
Dando mau exemplo à Massa.
O Homem precisa do desnecessário,
Para expandir os seus Egos,
Demonstrando sua vaidade,
Assim como outras fraquezas,
Esquecendo a espiritualidade.
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