sábado, 1 de dezembro de 2018


A Máquina interferindo no Social

As Máquinas atualmente,
Já ditam regras aos humanos,
Que são seus dependentes,
Mesmo sendo seus criadores,
Sem elas deixando de existir.

A Máquina já é símbolo Social,
Ditando muitas regras,
Criando classes fazendo parte do Ser,
Sendo-lhe impossível negar,
A sua total dependência.

O homem vem transferindo,
A dependência da sensível Natureza,
Para Insensível Máquina,
Deixando-se neurotizar,
Por ouvir comando das mesmas.

A máquina por ser insensível,
Simplesmente cumpre comandos,
Podendo ela mesmo falhar,
Por faltas do próprio Ser,
Mas nunca assumindo deveres.

Assim as máquinas integradas,
Vem formatando o Ser,
Sem ser percebido pelo Homem,
Que está se deixando escravizar,
Culpando a máquina que o domina.

Assim as máquinas congelam
A sensibilidade humana,
Exigindo o cumprimento,
Das regras que elas impõe,
Para continuidade do Ser.

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