Grama
e o Homem
As aparências são obvias,
Os formatos diferentes,
Os poderes são distintos,
As propriedades outras,
A dependência é plena.
As plantas tem a sensibilidade,
De sentir a energia do meio,
Agindo segundo sua natureza,
Mostrando na vitalidade,
A sua plena percepção.
O Homem no seu poderio,
Acredita que a simples grama,
Lhe serve de alimento,
Deixando de ter vida própria,
Simplesmente existindo.
O Homem tem livre Arbítrio,
Calçado por uma razão,
Devendo ter plena consciência,
Da sua existência na Terra,
Podendo assim decidir.
A grama é nosso alimento,
Independente da nossa vontade,
Nutrindo todos os animais,
Adubando a Terra,
Purificando o Ar.
O Home tem consciência,
Mas nem sempre a usa,
Devendo respeitar mais a grama,
Pois depende da mesma,
Para a sua existência.
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