19-Atentado
contra a nossa Vida
Somos todos filhos Divinos,
Criados com Livre Arbítrio.
Medos fazem parte da Vida,
Para corrigirmos defeitos.
Desconhecer as razões do Momento,
Poderia ser uma razão à Vida.
Medos
Nascemos muitas vezes com incertezas que deveríamos
diluir ao longo da Vida. Isso nem sempre facilita a nossa tarefa de encontrar a
razão, menos ainda prazer.
Talvez tenhamos em vidas passadas dificultado vidas felizes
devendo agora experimentar a tristeza. Viver estas mesmas situações no presente
pode provocar medos à essa alma precária e muito sensível. Assim é natural que
as dificuldades possam provocar temores e desilusões no momento.
A vida pertence somente a nós e
somos responsáveis pelo carinho com que cuidamos do nosso corpo. O mundo em torno
de nós pode influenciar-nos em todos os sentidos cabe-nos criar um muro de
proteção capaz de resistir a essas investidas externas.
Medos existem para serem enfrentados
e nos tornarmos mais fortes e apoiarmos aqueles que passam por momentos de
dificuldades. Assim cabe–nos refletir sobre os nossos atos o que nem sempre é
fácil, mas que nos mostra o belo da vida.
Ser flexível na vida é ser forte
para encarar desafios desfazendo conceitos e preconceitos arraigados de vidas
passadas desenvolvendo uma consciência sobre a nossa nova missão nessa vida.
Assim os medos podem ser uma alerta interna para que possamos criar defesas
para vencer embates presentes, muitas vezes por “inimigos” externos.
Os medos servem
como apoio à criatividade em ações preventivas que temos que desenvolver todos
os dias apoiando o meio. A caridade serve exatamente a este propósito, sem
segundas intenções de retorno.
Podemos ter medo de
encarar ações que de forma consciente praticamos nessa encarnação, por acreditarmos
que nos irão punir com ações que consideramos humilhantes. Isso pode ser uma
demonstração de covardia de nossa parte por deixarmos de querer sofrer o que
nós mesmos infligimos. Sempre teremos que assumir atos do passado.
Inutilidade
Se decidimos vir a Terra, eventualmente instados,
retornando de uma vida “imaterial” é porque temos uma meta a cumprir. Assim
temos uma utilidade para nós mesmos e para desfazer enganos passados.
Nisso consiste nossa presente
reencarnação que nos foi permitida pela bondade superior para escalarmos mais
um degrau evolutivo.
Somos úteis mesmo sem plena
consciência do fato, até pelo fato de termos perdido a memória de vidas
passadas. A permissão da nossa existência foi dada para desenvolvermos
atividades de apoio ao processo evolutivo de alguma parcela do universo.
Quando estamos numa situação de
insegurança perguntamos:
O que faço ainda no Planeta?
Podemos responder de infinitas
maneiras, o importante é enxergar aquilo que existe atrás de uma nuvem de
fumaça que embaça alguns dos sentidos.
Deixa de existir inutilidade pelo
simples fato de fazermos parte do ensinamento às nossas mães, quando é dado à
elas a oportunidade de desenvolver o espírito de doação incondicional.
Outro questionamento que deveríamos
fazer é: como se sentem aqueles que tem apreço por nós? Talvez queiram ajudar,
mas deixaram de ter a oportunidade para exercer o seu papel de apoiadores.
Nada no mundo é inútil, tudo tem sua
função, nossa dificuldade quando estamos cegos é discernir a razão.
Desistência
Deixar de
completar nosso ciclo natural é deixar de cumprir tarefas que assumimos em
vidas passadas. A desistência cria débitos e nunca os dispensa.
Deixar de optar oportunidades, mesmo
veladas, é desprezar o eterno amor divino expresso nessa bela natureza que é o
nosso universo Infinito. Exatamente por ser infinito é que nunca será avaliado
com propriedade e portanto nos é vedado.
Desistir é deixar de cooperar com o
próximo para a sua evolução e permitir que p Sol possa refletir a sua Luz.
Sempre poderemos encontrar forças em
palavras amigas, num texto ou simplesmente olhando para a Natureza com todos os
seus encantos. Um vôo de pássaro pode nos demonstrar aquilo que somos numa
Terra que se desloca livre nesse infinito Universal somente ligada às forças
magnéticas que orientam a TUDO.
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