quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

25-O Robô
Múltipla Escolha, Inteligência Artificial, Telefonia,
Reconhecimento da Voz, Homem- Máquina,                Falar com Máquina, Servir à Máquina

Múltipla Escolha
            Com a massificação do estudo o número de provas a serem corrigidas passou a ser maior do que a capacidade de corrigi-las em tempo hábil. A ferramenta desenvolvida foram os testes de múltipla escolha em que tendo uma opção de respostas disponíveis o “aluno” escolhe a “correta” e assinala no local adequado. Esse procedimento permita através de um sistema adequado aprovar ou reprovar o “aluno”.

Telefonia
            O advento da telefonia surge a atendimento impessoal por uma necessidade de escala. É o primeiro passo uma relação “humana” de diálogo entre as partes.
            Com a necessidade de atender cada vez maior quantidade de solicitações porém sem aumentar os custos operacionais surgiram soluções como disque “N” para falar com fulano de tal ou setor sicrano. Assim a ligação era transferida para um setor e se falava com o “funcionário”. Até este momento se “conversava” com voz humana. A Telefonia posteriormente evoluiu para comunicações via satélites e todos os recursos adicionais de miniaturização dos equipamentos.
           
Reconhecimento da Voz
            O desenvolvimento dos meios de comunicação aliado a informática, capacidade de processar dados foi possível o desenvolvimento de programas que pudessem reconhecer a voz de forma impessoal. Esse desenvolvi-mento ocorreu por volta do idos de 1960. A partir deste momento as máquinas foram capazes de reconhecer quem fala no outro lado da linha e através de vozes sintéticas dar as respostas adequadas, sempre programadas por um cérebro Humano. Usando programas de tradução simultânea pessoas de locais diferentes e falando línguas diferentes pode se comunicar “fluentemente” a qualquer momento. Para evitar escuta ( o que hoje é quase impossível) estes programas são chaveados.

Inteligência Artificial
            Alguns programas conseguem aprender com as operações executadas repetidamente. Usando estes e outros recursos programados os programas se assemelham a uma “inteligência” humana. Como dito anteriormente todos estas passos são resultado de uma programação humana desenvolvido baseado em diagramas decisórios com opções de escolha  baseados no banco de dados interno. Para um desavisado estes programas são extremamente poderosos. o “bom senso” na escolha é estipulado no programa. Esta é a razão peça qual certas decisões nos parecem absurdas e dizemos veja a resposta que eu recebi?
            Mesmo com todos estas deficiências estes programas tem facilitado o desenvolvimento crescimento da vida no nosso planeta. Eles reduzem o tempo na tomada de decisões e informação à quem tem que tomá-las.

Homem-Máquina
            O relacionamento homem-máquina existe desde a existência da ferramenta mais primitiva como um pedaço de madeira. Essa extensão dos recursos humanos tornou-nos dependentes das mesmas. Quanto mais simples menores são as dependências. Hoje a dependência é quase total e não podemos nos imaginar mais sem as mesmas.
 











           
Chegamos já no ponto em que se não houver máquinas não podemos nos alimentar, deslocar-nos nas vias públicas, estudar nem salvar vidas. A todo instante dependemos de uma informação controlado por algum programa de informática.



Falar com Máquina
            Podemos nos sentir meio estúpidos “conversando” com as máquinas.  Mas de fato o fazemos faz muito tempo, somente agora em escala cada vez mais dependente.
            Ouvir vozes sintéticas e responder passou a ser normal que não nos damos conta mais do fato. Um exemplo são informações de aeroportos, elevadores, comunicações de empresas telefônicas, atendimento de empresas, etc.

Servir à Máquina
            A impressão que temos é que servimos às máquinas quando na realidade estamos servindo a um “programa-dor” invisível e insensível. Quando na tela o sistema informa para fazermos uma operação estamos exatamente sendo seu operador. Raramente nos damos contas disso. Se algu8em nos dissermos que estamos sendo dirigidos por um robô negaremos pois não admitimos ser “funcionário” dos mesmos, mas na realidade os somos.


            

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