25-O Robô
Múltipla
Escolha, Inteligência Artificial, Telefonia,
Reconhecimento
da Voz, Homem- Máquina, Falar
com Máquina, Servir à Máquina
Múltipla Escolha
Com a massificação do estudo o
número de provas a serem corrigidas passou a ser maior do que a capacidade de
corrigi-las em tempo hábil. A ferramenta desenvolvida foram os testes de
múltipla escolha em que tendo uma opção de respostas disponíveis o “aluno”
escolhe a “correta” e assinala no local adequado. Esse procedimento permita
através de um sistema adequado aprovar ou reprovar o “aluno”.
Telefonia
O advento da telefonia surge a
atendimento impessoal por uma necessidade de escala. É o primeiro passo uma
relação “humana” de diálogo entre as partes.
Com a necessidade de atender cada
vez maior quantidade de solicitações porém sem aumentar os custos operacionais
surgiram soluções como disque “N” para falar com fulano de tal ou setor
sicrano. Assim a ligação era transferida para um setor e se falava com o
“funcionário”. Até este momento se “conversava” com voz humana. A Telefonia
posteriormente evoluiu para comunicações via satélites e todos os recursos
adicionais de miniaturização dos equipamentos.
Reconhecimento da Voz
O desenvolvimento dos meios de
comunicação aliado a informática, capacidade de processar dados foi possível o
desenvolvimento de programas que pudessem reconhecer a voz de forma impessoal.
Esse desenvolvi-mento ocorreu por volta do idos de 1960. A partir deste momento
as máquinas foram capazes de reconhecer quem fala no outro lado da linha e
através de vozes sintéticas dar as respostas adequadas, sempre programadas por
um cérebro Humano. Usando programas de tradução simultânea pessoas de locais
diferentes e falando línguas diferentes pode se comunicar “fluentemente” a
qualquer momento. Para evitar escuta ( o que hoje é quase impossível) estes
programas são chaveados.
Inteligência Artificial
Alguns programas conseguem aprender
com as operações executadas repetidamente. Usando estes e outros recursos
programados os programas se assemelham a uma “inteligência” humana. Como dito
anteriormente todos estas passos são resultado de uma programação humana
desenvolvido baseado em diagramas decisórios com opções de escolha baseados no banco de dados interno. Para um
desavisado estes programas são extremamente poderosos. o “bom senso” na escolha
é estipulado no programa. Esta é a razão peça qual certas decisões nos parecem
absurdas e dizemos veja a resposta que eu recebi?
Mesmo com todos estas deficiências
estes programas tem facilitado o desenvolvimento crescimento da vida no nosso
planeta. Eles reduzem o tempo na tomada de decisões e informação à quem tem que
tomá-las.
Homem-Máquina
O relacionamento homem-máquina
existe desde a existência da ferramenta mais primitiva como um pedaço de
madeira. Essa extensão dos recursos humanos tornou-nos dependentes das mesmas.
Quanto mais simples menores são as dependências. Hoje a dependência é quase
total e não podemos nos imaginar mais sem as mesmas.
Chegamos
já no ponto em que se não houver máquinas não podemos nos alimentar, deslocar-nos
nas vias públicas, estudar nem salvar vidas. A todo instante dependemos de uma
informação controlado por algum programa de informática.
Falar com Máquina
Podemos nos sentir meio estúpidos
“conversando” com as máquinas. Mas de
fato o fazemos faz muito tempo, somente agora em escala cada vez mais
dependente.
Ouvir vozes sintéticas e responder
passou a ser normal que não nos damos conta mais do fato. Um exemplo são
informações de aeroportos, elevadores, comunicações de empresas telefônicas,
atendimento de empresas, etc.
Servir à Máquina
A impressão que temos é que servimos
às máquinas quando na realidade estamos servindo a um “programa-dor” invisível
e insensível. Quando na tela o sistema informa para fazermos uma operação
estamos exatamente sendo seu operador. Raramente nos damos contas disso. Se
algu8em nos dissermos que estamos sendo dirigidos por um robô negaremos pois
não admitimos ser “funcionário” dos mesmos, mas na realidade os somos.
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